segunda-feira, 10 de março de 2014

Le plus ancien bateau cousu de Méditerranée

L'épave de Zambratija en Croatie − Ph. Groscaux, CNRS, CCJ

Il s'agit des restes d'un bateau d'une douzaine de mètres de long, dont un peu plus de la moitié de la coque est conservée. Elle se trouve à Zambratija en Croatie, à une cinquantaine de kilomètres de Trieste. C'est un pêcheur qui en a indiqué l'emplacement à deux archéologues croates (Ida Koncani du musée archéologique d'Istrie et Marko Uhač du ministère de la culture). Au départ, ils pensaient qu'elle datait sans doute de l'époque romaine. Mais la datation au carbone 14 nous a tous surpris. Elle a révélé que l'épave était très ancienne : du XIIe siècle av. J.-C. environ, donc de l'âge du bronze !






quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

O Último Construtor de Barcos de Corrida (The last wooden racing boat builder)

  While rowing boats - the type used in racing - were once all made from wood, nowadays most boat shells are a lighter carbon-fibre plastic composite. But Londoner Bill Colley is one of the few people in the world still proudly building wooden racing boats for commercial sale - although he has barely completed a handful of orders in the last decade because of the dwindling amount of trade. So he spends his days down at his Richmond-upon-Thames boathouse waiting for his next order - and watching the world go by.
Video production: Dean Arnett
Real Time is a series for the BBC News website in which ordinary people tell their own extraordinary stories.

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Sauvé Des Eaux, Le Vieux Gréement Astrid Sera Finalement Démoli


Triste destin pour le vieux voilier, dont le propriétaire n'aura pas trouvé les fonds nécessaires à sa remise en état.
C'est une bien triste décision qu'a dû prendre le propriétaire de l'Astrid, ce vieux gréement néerlandais qui avait sombré fin juillet au large de l'Irlande, avant que d'être renfloué mi-septembre.
Faute d'un financement suffisant, le navire sera finalement démoli, les frais de remise en état s'étant révélés hors de portée.


domingo, 1 de setembro de 2013

Grayhound Lugger Sailing: Paimpol to Plymouth


Grayhound is a three masted replica customs lugger from 1776. Launched in 2012, the 63 ft long wooden beauty was built within one mile of where the original was made and now runs charter trips around the world. I was lucky enough to join the lovely family of sailors on a trip from Plymouth to Paimpol festival in France. This film shows some of the footage I couldn't help but record, including a time lapse that involved me being hoisted up the main mast and a magical encounter with a dolphin.
(from Bryony Stokes / Creative Commons License)

Vela do "Toropy"


sexta-feira, 26 de julho de 2013

Construction navale des peuples extra-européens



Essai sur la construction navale des peuples extra-européens, de l'amiral Pâris (1843)

Présentation de l'éditeur:

Lorsque le futur amiral Pâris publie en 1843 son Essai sur la construction navale des peuples extra-européens, la notion de patrimoine maritime est loin d'être développée.
Le premier, Pâris se consacre dans ces deux volumes, l'un de texte, l'autre de planches, à sauvegarder la trace des marines exotiques qu'il a côtoyées dans ses voyages autour du monde à bord de l'Astrolabe puis de la Farorite.
Des côtes africaines au Brésil, en passant par l'Inde, la Chine et l'Océanie, il relève dessins et plans de tous les types de bateaux, de la pirogue au voilier de cabotage.
Soixante-seize dessins seront publiés, faisant apparaître dans leur cadre naturel le curieux " bateau de Canton servant à élever des canards ", les solides pinasses du Gange chargées de passagers ou le bateau-serpent du sultan de Travancore; cinquante-sept planches gravées viendront y apporter une dimension technique. Le tout traduit avec la précision du navigateur, du technicien et du théoricien de la mer qu'était Pâris, inlassable observateur des bâtiments mais aussi des sites et des hommes ; regrettant déjà que cet univers, où l'ingéniosité pallie les défaillances technologiques, disparaisse peu à peu sous l'influence des Européens.

Ces images, reflet d'un monde aujourd'hui profondément modifié, Eric Rieth les fait revivre pour la première fois depuis l'édition originale, appuyant son commentaire par de larges extraits du texte de Pâris, à juste titre considéré comme le premier ethnologue de la mer.

L'auteur : Eric Rieth, directeur de recherches au CNRS et enseignant à l'université Paris I, est responsable du département Archéologie du musée de la Marine.

sábado, 20 de julho de 2013

United States' Oldest Commercial Vessel to be Relaunched


.... the 172-year-old Charles W. Morgan whaleship, the world’s last remaining wooden whaleship and the United States’ oldest commercial vessel. The ship, no longer a hunter of whales, will be launched from Mystic Seaport on July 21, and has been recast as a living example of the importance of species conservation, U.S. maritime heritage, and the enduring American will to succeed.
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segunda-feira, 8 de julho de 2013

Nina, A Maritime Beauty Possibly Gone Forever


By PATRICK MCGEEHAN
If Nina did sink, it would spell the end of a long, eventful life that took the yacht from its creation on Cape Cod to New York City, to Bermuda and back many times, across the Atlantic to Europe, to Florida and, finally, to the South Pacific. Along the way, it was a racer, a flagship, a training vessel for aspiring mariners and the unrequited love of so many sailors.

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terça-feira, 21 de maio de 2013

William Bradshaw's Hands

The hands of William Bradshaw of Poquoson, on the dock at the Railway. In addtion to working at Smith's Marine Railway over the years, William was First Mate on the "F.D. Crockett" and came from a long line of working Waterman. William was also a World War II veteran having served with the Air/Sea rescue unit at Langley Air Force Base. This photograph was taken by Jamie Smith as part of a College class project.

domingo, 12 de maio de 2013

"MEMORY" FOR SALE!



Built 2006 by Salterns. Cabin version with outboard well.
"La Pastora"
LOCATED – OARE CREEK (FAVERSHAM)
(photograph attached)
ASKING PRICE: £16,500

quinta-feira, 9 de maio de 2013

"Ilha Azul"

"Ilha Azul", circa 1942
 O Clube Naval da Horta foi armador de um cutter chamado "Ilha Azul" que era muito semelhante ao Classe Brasil. about an hour ago . Os seus desenhos eram mais ou menos contemporâneos. Quanto à autoria falava-se de Nunes Brothers de Sausalito (ascendência pioense, Açores) ou de S&S.
Fonte: João Carlos Fraga, Portugal

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Berntine , o mais antigo barco ártico

Berntine is the oldest arctic ship still sailing. She has been declared worthy of preservation by the Directorate of Cultural Heritage. Berntine was built in Tromsø in 1890 primarily as a fishing vessel.

domingo, 14 de abril de 2013

Pen Duick , um barco de Eric Tabarly


PYTA 2012 Les rendez-vous de la belle plaisance... por f575723631

Interessante video com depoimentos sobre veleiros clássicos particularmente o Pen Duick que pertenceu a Eric Tabarly e, agora, de propriedade de familiares, é mantido como um barco histórico.

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Bateaux au Lac Léman


Esboços livres do artista plástico Alex Lettnin. 
Segundo suas palavras " sentindo o vento fresco, no Lago Lehman, em Genebra ".

domingo, 7 de abril de 2013

A Silent Film



Classic Yacht TV - Trailer to the new film 'Sailing on the Clyde in the 1930s' showcases the work of yacht designer Alfred Mylne through wonderful vintage footage,

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Veleiro REBÔJO - Museu Náutico exibe embarcação restaurada


Quem visita a 15ª Festa do Mar, nos pavilhões do Porto Velho de Rio Grande, tem a oportunidade de conhecer o resultado da restauração e interpretação no novo item do acervo do Museu Náutico, da Universidade Federal do Rio Grande (Furg) - o veleiro "Rebôjo". Com 55 anos de idade, o barco tem 9,10m de comprimento, dois mastros, deslocamento de três toneladas e encanta pela beleza das formas.
Trata-se de um veleiro utilizado não apenas como uma embarcação de recreio dos proprietários. Conforme o diretor do Complexo de Museus da Furg, Lauro Barcellos, o "Rebôjo" fazia mesmo as vezes, de fato, de um verdadeiro barco-escola de toda uma geração de navegadores da região.
A construção do "Rebôjo" teve início em 1958, por iniciativa de dois amigos navegantes - Carlos Hermes Lehn e Nésio Ferreira Martins. O projeto do argentino Manoel Campos era muito adequado à navegação na Lagoa dos Patos, dadas as similaridades com o Rio da Prata, para o qual o projeto fora originariamente desenhado, notadamente em função do pouco calado.
No início da construção, foi muito importante a participação de Mendes Neto, proprietário de estabelecimento comercial de materiais de construção, que possibilitou, para aquisição da madeira a ser empregada, prioridade na escolha de madeira selecionada do interior de três vagões de trem da Viação Férrea do Rio Grande do Sul (VFRGS). Assim, foi possível a obtenção de madeiras nobres nas medidas adequadas.
Para a quilha e escantilhões foi utilizada grápia; nas cavernas e sarretas, bem como no fundo, empregou-se louro. Costado e cabine foram feitos em cedro. Rodas de proa e popa de angico e, para o convés, compensado naval, este uma novidade à época.
Apesar de ambos os sócios terem experiência em carpintaria, não o tinham em construção naval. Por isto, foi indispensável a participação de outro amigo, Estevão Plana Martins Jr. - o Estevinho - grande mestre e carpinteiro da ribeira, que dominava a técnica de queimar as tábuas do costado, cujo emprego era necessário, dado o pronunciamento da curvatura das tábuas.
De acordo com Lauro Barcellos, dentre algumas das dificuldades, é digno de nota o fato de não se contar, à época, com brocas de aço rápido para a furação de aço inox, o que era feito mesmo com o emprego de brocas de aço carbono, à razão de uma broca para cada dois furos. Outro fato peculiar foi a adaptação de uma máquina de fabricar pregos pertencente à Leal Santos S/A, para possibilitar a confecção de rebites de cobre, tendo sido utilizados 3.600 deles apenas no costado, uma vez que no fundo foram usados parafusos de latão.
O "Rebôjo" teve de ir para a água em 1964, com o interior inacabado improvisado, por ocasião da mudança da sede do Rio Grande Yacht Club (RGYC), que da doca da usina elétrica, no final da rua 24 de Maio, cujo terreno tinha de ser entregue, passou para as atuais instalações do clube, ao lado de onde, atualmente, se situa o Museu Oceanográfico.
"Desde então", conta Barcellos, "até meados dos anos 1980 não foram poucos os velejadores que aprenderam, sob o comando do mestre Nésio, oriundo de uma família de navegadores das lagoas da região, acerca da náutica e da vida."
O projeto de adequação e remontagem foi executado pelo diretor do Complexo de Museus da Furg, Lauro Barcellos, acompanhado de Henrique José Vieira da Fonseca, Maurício Aresso e José Vernetti. Apoiaram o projeto e execução do restauro o Rio Grande Yacht Club, Indústrias Alimentícias Leal Santos  Ltda., Wilson Sons Agência Marítima Ltda. - Rio Grande, Tecon Rio Grande S/A - Rio Grande, Supermercados Guanabara - Rio Grande, V.F. Combustíveis Ltda ( Posto do Guto ) - Rio Grande, Pescal S/A - Rio Grande, Coninco Ltda - Santos e Praticagem da Lagoa dos Patos.

Fonte: Jornal Agora

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quinta-feira, 4 de abril de 2013

Plans for restaurant at Faversham Creek

Plans for restaurant at Faversham Creek likely to get green light
By Claire McWethy

CONTROVERSIAL plans to turn a listed warehouse at Standard Quay into a restaurant look set to be approved, despite fears that the development will be the last nail in the coffin for Faversham's boat building industry.

Read more: http://www.thisiskent.co.uk/Plans-restaurant-Faversham-Creek-likely-green/story-18608703-detail/story.html#ixzz2PXr1011Q



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