segunda-feira, 14 de março de 2016

La « Calypso » du commandant Cousteau va quitter la France pour être restaurée en Turquie

Vingt ans après avoir fait naufrage, la Calypso, le mythique navire du commandant Cousteau, a été hissée, lundi 14 mars, à Concarneau (Finistère), à bord d’un cargo afin d’être rénovée en Turquie.
Ce bâtiment doit quitter la Bretagne mardi pour rejoindre Istanbul d’ici une semaine.
A l’issue de sa remise en état, la Calypso pourra repartir sur les traces du célèbre océanographe.
Pour le chantier naval chargé de la rénovation, « le choix s’est porté sur un spécialiste à Istanbul qui est associé à une société américaine », a annoncé l’association l’Equipe Cousteau, présidée par Francine Cousteau, veuve de l’océanographe.

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sábado, 5 de março de 2016

Saveiros da Bahia (1971) - fotos de Larry Calhoun

Saveiros fotografados por Larry Calhoun por ocasião da viagem que fez na década de 1970  percorrendo toda a América do Sul










A saveiro leaving the port

1971 - A saveiro leaving the port of Bahia on its way to pick up a load of farinha de mandioca.
foto Larry Calhoun

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Adeus ao Vieux Copain

Depuis quelques mois, l'association Voiles écarlates a perdu le Vieux Copain, thonier construit en 1940 aux Sables-d'Olonne. Un cotre de 18 m, racheté en 2009 par Alain Bautry, un collectionneur. « Il nous l'a confié pour des actions de réinsertion. En quatre ans, nous avons embarqué plus de 300 jeunes », explique Gérard Bourdet qui avait informé le propriétaire que la voûte du bateau était affaiblie. « Au chantier naval depuis 2013, les charpentiers ont découvert des dégâts plus importants. La facture initiale, qui était de moins de 100 000 €, a d'un coup atteint les 470 000 €. »

Classé monument historique, des aides pouvaient être obtenues pour la restauration. Le propriétaire aurait dû dépenser plus de 100 000 €. « Il s'est rendu à l'évidence que nous n'avions pas la somme. En novembre, après discussion, il a pris la décision de ne pas le réparer. Nous l'avons donc sortie de notre flottille. Vu la conjoncture, mieux vaut avoir un bateau en état que trois boiteux », déplore Gérard Bourdet.

Après deux décennies de bénévolat, Gérard Bourdet fait un constat. « Les places de port sont trop chères pour des associations comme les nôtres. La mer est éducatrice mais sur le plan européen, nous sommes en retard par rapport aux pays du Nord. »

Il insiste gravement : « Ici, on tourne le dos à ce que la mer peu nous apporter, on ne sait pas l'utiliser ! Il faut que les pouvoirs publics continuent à nous soutenir financièrement si on ne veut pas être à contre-courant du monde act

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Skûtsjesilen (1959)




 A skûtsje (pronounced 'skootshuh') is a Frisian sailing boat of the type tjalk, originally an ordinary cargo boat, but today a prized ship and one of the icons of Frisia. Skûtsjes were built from the 18th century until about 1930 and are 12 to 20 m long and on average 3.5 m wide, with a maximum of 4 m (based on the standard dimensions of Frisian bridges and locks). In the 1920s and 1930s many skûtsjes were fitted with engines and after World War II the sails were even often removed. Nevertheless other, much larger, powered boats took over water transportation in the area and many skûtsjes were rebuilt into houseboats or luxurious sailing yachts. Over time, more and more were restored to their original state. There is a yearly racing event in Friesland called Skûtsjesilen. Such races were already held in the early 19th century, but since 1945 they have been regulated through a committee, SKS. In these races, each Skûtsje represents a city or village. In 1981 another organisation, IFKS, also started organising races. This racing already started early in the 20th century where villages in Friesland or more precisely often the bar and hotel owners made prizes available for the winner. At that time the skipper and his family lived on board in a narrow cabin and before the race the family and the interior of the cabin was placed ashore to make the boat as light as possible at the start of the race. The Skûtsjemuseum[1] in Eernewoude (Frisian: Earnewâld) started building a new skûtsje named the Æbelina,[2] out of wood in the old traditional way, it was launched in August of 2009.

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Visitando estaleiros


Caroline e Anne
Vilas-Boas e Hughes
Visita de Hughes Bigo, Caroline Duvivier e Anne Bergogne a estaleiros em Pelotas-Brasil:
1)  de botes artesanais na Colonia de Pescadores Z-3 ;
2) de barcos de aço (Vilas-Boas)

terça-feira, 3 de novembro de 2015

Mulheres navegando em 1933


Extraordinário registro filmado de uma tranquila navegada de tres jovens mulheres, presume-se russas, nas águas interiores de Norfolk Broads, Inglaterra, em 1933.
A vela tem sido tradicionalmente um esporte predominantemente masculino e embora esse caráter venha se alterando, ainda resta um longo caminho a ser percorrido para torná-la um ambiente mais acolhedor para as mulheres.

sábado, 13 de junho de 2015

Vito Dumas, um clássico argentino

Vitor Dumas, um clássico argentino de 1933

VITO DUMAS foi desenhado por Manuel Campos e construído em 1933 por José Parodi em Buenos Aires, Argentina. Seu comprimento é 31'6 sem grupé.Originalmente era chamado IRUPE seu nome foi mudado pelos próximos proprietários para VITO DUMAS em honra ao portenho, atleta e herói nacional que deu a volta ao mundo solitário em 1942-43. . Um dia, Dumas (o homem) entrou no estaleiro de José Parodi e ao ver IRUPE em construção, disse "Eu quero algo assim". E assim Manuel Campos projetou e José Parodi construiu, especialmente para a viagem histórica de Dumas. O barco encomendado por Dumas era um barco maior baseado no IRUPE que acabaria de ver e que mais tarde passou a ter o seu nome - VITO DUMAS.

Posted by Cairu Terceiro Icrj on Quinta, 11 de junho de 2015
VITO DUMAS foi desenhado por Manuel Campos e construído em 1933 por José Parodi em Buenos Aires, Argentina. Seu comprimento é 31'6 sem grupé. Originalmente era chamado IRUPE seu nome foi mudado pelos próximos proprietários para VITO DUMAS em honra ao portenho, atleta e herói nacional que deu a volta ao mundo solitário em 1942-43. . Um dia, Dumas (o homem) entrou no estaleiro de José Parodi e ao ver IRUPE em construção, disse "Eu quero algo assim". E assim Manuel Campos projetou e José Parodi construiu, especialmente para a viagem histórica de Dumas. O barco encomendado por Dumas era um barco maior baseado no IRUPE que acabaria de ver e que mais tarde passou a ter o seu nome - VITO DUMAS.

domingo, 7 de junho de 2015

Mantendo práticas e tradições


Mantendo a tradição de pintar os nomes
Esta é uma maneira de manter a tradição, pintando os nomes ao invés de usar adesivos cortados eletronicamente.
Posted by Cairu Terceiro Icrj on Sábado, 6 de junho de 2015

terça-feira, 7 de abril de 2015

Navio-escola "Sagres"


navegar a vela
Posted by Luis Silva Galhofa on Domingo, 28 de abril de 2013

sexta-feira, 3 de abril de 2015

Piratas no Brasil

“Piratas no Brasil”, livro de Jean Marcel Carvalho França e Sheila Hue
A saga épica e bem humorada trata de um tempo em que os mares e oceanos do planeta, em especial da região do Caribe, eram infestados de ladrões e aventureiros interessados nas riquezas que fluíam do Oriente e do Novo Mundo para a Europa a bordo dos navios mercantis de Portugal e Espanha.
 O que poucas pessoas sabem é que parte desse roteiro teve como cenário também o Brasil, alvo de ataques memoráveis piratas durante o período colonial.
Este é o tema de um livro com o selo Globo Livros. Esta é uma obra que pode ser lida, simultaneamente, como um bom trabalho acadêmico e como um excelente livro de interesse geral.
Jean Marcel e Sheila Hue são intelectuais capazes de aliar profundidade, metodologia e consistência de pesquisa com um texto agradável e acessível, de fácil entendimento mesmo para o leitor comum, não habituado à linguagem peculiar dos livros de História. Recomendo!
Laurentino Gomes


Posted by Pesquisa Fapesp on Quinta, 2 de abril de 2015

sábado, 20 de setembro de 2014

Traditional Working Vessels of the British Isles

Em meio a alguns objetos náuticos, o livro The Chatham Directory of INSHORE CRAFT ,  Traditional Working Vessels of the British Isles , presenteado por  Brian Paine, proprietårio da thames barge "Lady of the Lea",  e assinado por Sue Cooper e Ben White, durante um jantar no pub The Anchor em Faversham.

Um livro deslumbrante, com 239 páginas repletas de informações, fotos e ilustrações sobre as embarcações tradicionais de trabalho do Reino Unido.

Um valiosíssimo ítem de interesse para o entendimento do patrimônio marítimo.

sábado, 30 de agosto de 2014

Veleiro "Katy", um clássico


 O veleiro Katy, de Hugo Azevedo, é um  clássico de 32 pés modelo Yawl , do ano de 1967 , projeto de Manoel Campos

Comprado em Santo Antônio de Lisboa , Santa Catarina, foi reformado e trazido, para continuar a reforma, para Pelotas onde se encontra na Marina Ilha Verde.

Está adotado pelo Museu do Barco como parte do inventário dos clássicos no Rio Grande do Sul.

terça-feira, 26 de agosto de 2014

"Mayhi"


Restauração do "Mayhi", veleiro de regata construído em 1908 e doado por Eldon Hinchliffe. 
A supervisão é de Chris Wright e execução de Simon Grillet.
Encontra-se no Purifier Building (Faversham- Kent).
Richard Fleury , responsável por vários videos sobre Standard Quay, faz um registro inspirado ( "emocionante" nas palavras de Griselda Musset) da chegada do barco ao Puirifier Building . 

segunda-feira, 18 de agosto de 2014